quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

"Auto-organização estudantil: Desafios e Perspectivas do Tempo Comunidade".

No dia 25 de Janeiro de 2017 foi realizado pelo Centro Acadêmico dos Estudantes da Educação do Campo - CAEC  no auditório do Campus I da Unifesspa, o II Encontro dos Estudantes da Educação do Campo com o tema: "Auto-organização estudantil: Desafios e Perspectivas do Tempo Comunidade", que contou com a presença de mais de 100 participantes entre estudantes e professores e que teve como objetivo geral "debater sobre as dificuldades e possibilidades que o tempo comunidade oferece, além de socializar algumas experiencias acerca dos trabalhos realizados, promovendo espaços de organização estudantil dentro e fora da universidade".

Pela manhã foi realizado uma mística inicial com a leitura da poesia abaixo e ressaltando a posição contrária a grandes projetos e medidas políticas que foram tomados pelo atual (des) governo do presidente ilegítimo Michel Temer e toda a sua bancada legislativa como a Pec55, a Medida Provisória do EM e etc, que ferem os direitos conquistados com muita garra e suor ao longo de décadas por trabalhadores e movimentos sociais populares da cidade e do campo.

Um país que crianças elimina;
E não ouve o clamor dos esquecidos;
Onde nunca os humildes são ouvidos;
E uma elite sem Deus é que domina;
Que permite um estupro em cada esquina;
E a certeza da dúvida infeliz;
Onde quem tem razão passa a servis;
E maltratam o negro e a mulher;
Pode ser o país de quem quiser;
Mas não é, com certeza, o meu país.

Um país onde as leis são descartáveis;
Por ausência de códigos corretos;
Com noventa milhões de analfabetos;
E multidão maior de miseráveis;
Um país onde os homens confiáveis não têm voz,
Não têm vez,
Nem diretriz;
Mas corruptos têm voz,
Têm vez,
Têm bis,
E o respaldo de um estímulo incomum;
Pode ser o país de qualquer um;
Mas não é, com certeza, o meu país.

Um país que os seus índios discrimina;
E a Ciência e a Arte não respeita;
Um país que ainda morre de maleita, por atraso geral da Medicina;
Um país onde a Escola não ensina;
E o Hospital não dispõe de Raios X;
Onde o povo da vila só é feliz;
Quando tem água de chuva e luz de sol;
Pode ser o país do futebol;
Mas não é, com certeza, o meu país!

Um país que é doente;
Não se cura;
Quer ficar sempre no terceiro mundo;
Que do poço fatal chegou ao fundo;
Sem saber emergir da noite escura;
Um país que perdeu a compostura;
Atendendo a políticos sutis;
Que dividem o Brasil em mil brasis;
Para melhor assaltar, de ponta a ponta;
Pode ser um país de faz de conta;
Mas não é, com certeza, o meu país!

Um país que perdeu a identidade;
Sepultou o idioma Português;
Aprendeu a falar pornô e Inglês;
Aderindo à global vulgaridade;
Um país que não tem capacidade;
De saber o que pensa e o que diz;
E não sabe curar a cicatriz;
Desse povo tão bom que vive mal;
Pode ser o país do carnaval;
Mas não é, com certeza, o meu país!

Composição: João de Almeida Neto
Enviada por Amanda

Mistica de abertura
Mistica de abertura
Mistica de abertura


Mistica de abertura

Após a mística inicial foi dado abertura ao encontro sob a coordenação do discente da turma LPEC 2015 Allan, e em seguida uma fala de boas vindas da Reitoria Maurílio de Abreu e Idelma Santiago que falaram um pouco sobre a percepção da falta de espaços de sociabilidade no Campo para a juventude e da importância da juventude ser protagonistas nas experiências socioeducativas no campo; e ainda sobre a ideia que se espalha mundo afora de negação do projeto humanista desenvolvidos principalmente pelos movimentos populares que são condenados  por ser o outro, por ser "diferente", por ser o outro, o "estranho" por ser diverso e fugir dos padrões sociais e do senso comum.
Reitoria durante a abertura


LUTAS E DESAFIOS DA EDUCAÇÃO DO CAMPO

Em seguida, o professor Haroldo Sousa, contribuiu com a Análise de Conjuntura sobre as Lutas e Desafios da Educação do Campo. Dessa forma enfatizou três pontos para análise
* o atual cenário político que expressa acontecimentos do ponto de vista histórico e processos sociopolíticos que se materializaram no processo de impeachment, que por sua vez foi refletido nas eleições municipais em todo o país, onde a "esquerda" foi massacrada.
Diante deste cenário o professor fez alguns questionamentos sobre como os atuais governos nas diversas esferas do estado conseguiram chegar onde estão?? porque a direita conseguiu se erguer sobre a esquerda de forma massacrante???
* como se expressa a questão agrária nas várias esferas do estado.
* como a Educação do Campo se posiciona dentro destas questões impostas e condicionadas???
Haroldo Souza durante análise de conjuntura
Discente Rosa - momento de debate
Em sua análise enfatizou a realização destes questionamentos para provocar o debate acerca dos pontos apresentados, para em seguida, abrir espaço para o público que realizou suas ponderações sobre a necessária organização estudantil e a necessidade de uma massa que esteja pronta para atuar e protagonizar a luta para que nenhum direito seja expropriação ou roubado na "cara dura" por quem na teoria diz ser nossos representantes e atender nossos interesses, mas na prática representam e atendem os interesses apenas de grandes empresas nacionais, multinacionais e grandes empreendedores e seu modelo de desenvolvimento baseado na exploração dos recursos naturais de diversos territórios, sem levar em conta a existência de uma diversidade de povos que vivem e dependem diretamente da floresta e da terra, usando o discurso do "progresso" e crescimento econômico, em que nós que fazemos parte destes povos não estamos inseridos. Ao final foi realizado os agradecimentos ao professor.

DESAFIOS E PERSPECTIVAS DO TEMPO COMUNIDADE 

Os estudantes discentes: Mônica Vasconcelos e Ronivon Ribeiro fizeram uma breve exposição sobre os desafios enfrentados pelos discentes do curso para desenvolver as atividades curriculares do tempo comunidade e as perspectivas tanto do curso, quanto dos estudantes e da comunidade com a execução destes trabalhos.

Discentes Ronivon e Mônica
Discente Naélia - contribuição

Discente Kalynne - contribuição

Agradecimentos

No período da tarde aconteceu a Socialização do Encontro Nacional dos Estudantes da Educação do campo, pelos estudantes Jéssica Campelo e Joelson de Sousa.

Em seguida, foram encaminhados "rodas de conversa"sobre:
* auto-organização estudantil estrategias e permanência na universidade;
* participação dos estudantes na universidade;
* a importância do tempo-comunidade;


Roda de conversa sobre a participação dos estudantes na universidade;

Roda de conversa sobre a importância do tempo-comunidade;

Roda de conversa sobre a auto-organização estudantil estrategias e permanência na universidade;

Após o termino das discussões realizadas nas rodas de conversas, foram socializadas as estratégias e propostas discutidas e debatidas diante das temáticas propostas, em seguida foram realizados os agradecimentos finais, sorteio de livros para os estudantes das turmas que estavam presentes e encerramento com leitura e assinatura da ata.

imagens: discentes da FECAMPO.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

O Enem e a inversão de valores da sociedade brasileira


Vivemos num país em que aprendemos desde cedo que Portugal “Descobriu” o Brasil. Dando a entender que os primeiros moradores – pelo menos os que temos notícias – nada eram, nada faziam.
Vivemos num país em que a escravidão de seres humanos foi legalizada durante quase 400 anos e até hoje causa reflexos na desigualdade social.


Vivemos num país onde muitas praças, ruas e escolas carregam placas com nomes de militares que mataram e torturaram brasileiros; ou nomes de pecuaristas e empresários que sempre se alimentaram do trabalho escravo e degradante.


Vivemos num país em que o ensino religioso nos faz saber desde cedo que o homem é a cabeça da família e a mulher – criada a partir da costela do homem – é sua companheira, auxiliadora; ou mesmo uma propriedade, como bem explícito no Livro de Êxodo.

Vivemos num país em que os sociólogos e suas teorias “furadas” são facilmente substituídos pelo senso comum das conversas de bar, sob o novo “argumento” reacionário chamado de “minha opinião”.

Vivemos num país em que os defensores de direitos humanos – capazes de arriscar a vida por aqueles que não são amparados nem pelo Estado nem por advogados particulares – são chamados de defensores de bandidos.

Vivemos num país onde negros cotistas são tratados como subclasse dentro das próprias universidades onde estudam.

Vivemos num país onde a mulher que cria um filho sozinha é “mal vista” pela sociedade, ao passo em que o pai solteiro é símbolo de homem responsável.

Vivemos num país onde a mulher que aborta é demonizada, mas ninguém quer saber quem era o pai daquele feto que foi parar no lixo.
Vivemos num país em que as mulheres ganham salários bem inferiores aos dos homens, exercendo as mesmas funções.

Enfim, vivemos num país em que nossos valores monolíticos têm amordaçado, historicamente, a voz dos oprimidos, dos ofendidos, dos humilhados, dos invisíveis, dos “Ninguéns” (como diria Eduardo Galeano).

Vivemos num país onde o machismo, o preconceito, o racismo, a concentração de renda e de poder político são marcas estruturais da sociedade.

Aí, depois de mais de 500 anos de submissão a esses valores, num belo final de semana, o Enem trás à tona uma pequena amostra do quanto os tais valores atrasam nossa sociedade. Bastou isso para a horda de reacionários de plantão soltar rancor pelas narinas e bradar que existe uma “inversão de valores na sociedade brasileira”.

Que bom que há! Ou pelo menos que começa a existir um movimento que tenta mesmo inverter esses valores. Já estava passando da hora disso acontecer.

Mas ainda é pouco. E sabe por que é pouco? Porque ainda temos que explicar a um monte de gente que debater os motivos que fazem persistir a violência contra a mulher não é coisa de esquerdista, de comunista; é coisa de ser humano.

Ainda temos que explicar que respeitar a mulher, como ser humano, como ser pensante, como gente; e não como um objeto ou um animal de estimação, não é doutrinação comunista, é simplesmente ser um homem de verdade.

Ainda temos que explicar que este debate é urgente e necessário. Explicar que se trata de uma questão que está para além da eterna guerra entre “Coxinhas” e “Petralhas”.
Realmente, sair da zona de conforto não é fácil; romper com valores seculares é complicado mesmo, sobretudo para quem sempre se beneficiou de toda a estrutura que mantém esses valores, ainda que de forma involuntária.

Mas é preciso.
A universidade não precisa apenas de matemáticos, engenheiros, advogados. Precisa de cabeças pensantes, para atuar em todas as graduações com capacidade mínima de entender as dinâmicas sociais do Brasil; capazes de dar sentido ao que se aprende nas salas de aula.

Tudo que a universidade não precisa é de gente fechada, rancorosa, avessa às mudanças, trancada em sua caixinha.
Tudo que a universidade precisa é de pessoas livres. Por isso, “Que nada nos defina, que nada nos sujeite. Que a liberdade seja a nossa própria substância, já que viver é ser livre”. (Simone de Beauvoir).


(*) Chagas Filho

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

AUMENTO SALARIAL DOS POLÍTICOS DE SOUZEL... APROVADO EM 2016


Devemos olhar com preocupação o atual contexto político e econômico do Brasil e não podemos deixar de nos posicionarmos com preocupação sobre os rumos do país diante da atual política de expropriação dos direitos populares conquistados com tanta dificuldade pelos trabalhadores e trabalhadoras e pelo povo sofrido de nossa terra. Estamos vivendo atualmente, uma grande “crise econômica”, e como medida de controle o governo aprovou o limite de investimentos, congelando por 20 anos os INVESTIMENTOS em todos os serviços públicos incluindo setores fundamentais da vida humana: saúde e educação por meio da famosa PEC 241, atual PEC 55/2016.
Diante dessa tal crise econômica a população pobre, marginalizada que vive na periferia e dependente diretamente de programas do governo do país, fica prejudicada por esta medida que nada mais é do que um “decreto de morte” para a maior parte da população.
Em nosso município de Senador José Porfírio, vivemos uma situação parecida, já que faltam profissionais e profissionalismo na saúde, na educação e em outros setores, faltam projetos sociais e culturais que tirem das ruas crianças, adolescentes e jovens em vulnerabilidade; falta merenda nas escolas e medicamentos no hospital, falta material para a emissão de documentos, falta infraestrutura e saneamento, faltam espaços de lazer para família, e comunidade em geral, faltam espaços de formação profissional, cultural e inclusão digital e a desculpa para tudo isso é: NÃO TEM RECURSO PRA INVESTIR!!!
O Art. 10, inciso I  da Lei Orgânica do município diz que cabe aos vereadores “legislar sobre assunto de interesse local”,  ao contrário do que diz a lei, os interesses e as necessidades da população estão sendo deixados de lado para que sejam atendidos os interesses próprios de quem deveria nos representar, desta forma o PL 10/2016 que fixa o subsidio do Prefeito para R$19.000,00, Vice-Prefeito para R$13.300,00 e Secretários Municipais para R$6.500,00 e PR 11/2016 que fixa o subsidio dos Vereadores para R$7.000,00. Ambos os projetos aprovados no dia 13 de outubro de 2016 com unanimidade na Câmara contrariando o que diz o Art. 15 que diz que o aumento do legislativo deveria ser aprovado trinta dias antes das eleições.
Alguns vereadores não tem coragem nem de admitir sua posição diante dos projetos, violando o que diz o art. Art. 16 – os vereadores são invioláveis pelas suas opiniões, palavras e votos no exercício do mandato e na circunscrição do Município.
Diante disso, convocamos toda a população souzelense para se manifestar contra a arbitrariedade política de nossos representantes do legislativo que demonstram não estarem atendendo os interesses da população de Souzel, tendo em vista que faltam recursos nas diversas secretárias para o melhor desenvolvimento dos serviços e atendimento publico, é preciso dar um basta neste tipo de politica que está sendo feita a nível nacional que esquece e deixa de lado as necessidades e o direito do povo, iniciando uma nova era em que a população participará diretamente das decisões politicas e administrativas dos recursos públicos.
Estamos numa época de mudança que exige de nós uma ação que vise o bem estar coletivo e não mais o individual e familiar, precisamos ter em mente que se os setores sociais e secretarias municipais conseguirem desenvolver seus trabalhos e projetos em função do povo, certamente todos serão beneficiados apenas uns e outros.


Por todos que estão indignados com isto e com outras situações se façam presentes para que juntos possamos mostrar ao legislativo e executivo que a população está de olhos bem abertos e acordados, que demorou, mas que agora seremos fiscalizadores que estaremos observando como estão desenvolvendo as discussões sobre nossos interesses. Que antes de aumentar seus salários estes que deveriam representar os interesses do povo, cumpram seu papel e suas atribuições.

Gritamos: NENHUM DIREITO A MENOS! Não podemos coadunar com um governo que representa a si mesmo, que esquece quem os elegeu, que se impõe no poder como forma de se perpetuar e manter a população excluída das escolhas  que podem suas vidas.


Por Erick Machado

ATÉ ONDE VAI A IGNORÂNCIA DE UM POVO E OS INTERESSES DOS CANDIDATOS?


Para iniciar, eu perguntaria a todos os envolvidos de um lado e do outro, o que é politica e quais as atribuições do prefeito e vereadores? E isto não vale apenas para o município em que atualmente estou, mas vale para que todos os meus amigos percebam e reflitam. Certamente serão poucos os que conseguirão responder, inclusive, até mesmo muitos candidatos não sabem seus deveres e obrigações, o que se torna mais feio ainda, pois os eleitores não saberem é até compreensível diante da falta de formação política nas instituições sociais como família e escola, mas principalmente pela própria falta de interesse destes, que por acharem a política “suja” (e tenho que concordar com isso, pois não é mentira), acham que não tem mais jeito e que tanto faz como tanto fez o seu voto. Ou que basta alguém dá um presentinho para que no dia das eleições seja garantido o voto.

Povo, este direito de voto, de participação popular na escolha dos representantes e governantes foi suado e a gente o estraga por miseras migalhas que nos tiram o direito de cobrar durante quatro anos. Se acharmos que eles (candidatos) não prestam porque compram votos, eu digo quem não presta somos nós (eleitores) que aceitamos mesmo sabendo que é errado e que isso tira a possibilidade de reivindicação, o que é muito difícil de fazer aqui neste município, pois muitos se preocupam mais em manter seus cargos do que no bem estar social e coletivo.

De nada adianta essas brigas e intrigas nas redes sociais, tentando justificar que um é melhor que o outro, se referindo aos movimentos que fazem como maiores e com maior quantidade de pessoas, o que eu queria ver de verdade é este povo discutindo os planos de governo destes candidatos, mostrando quais são os melhores e quais podem garantir a melhoria dos direitos básicos da população nos municípios: saúde, educação, segurança, lazer, moradia, trabalho e etc. Se vacilar este povo nem sabe qual é o plano de governo de seus candidatos.

Minimamente são esses os direitos que temos, mas que neste pouco tempo que moro em Souzel e neste mais de meio século de emancipação do município, os governantes não conseguiram garantir para a população. Por quê? Só Deus sabe! Por que se cada um deles tivesse feito um pouquinho sequer já estaríamos bem mais desenvolvidos como município e como pessoas.

Dar voto às pessoas apenas por terem feito suas obrigações é besteira, é parte de suas funções desenvolverem minimamente o município e garantir minimamente a cidadania para o povo. Votar por favores pessoais da mesma forma, apesar de serem feitos que garantam a vida de amigos, parentes e etc. e outros favores pessoais de suma importância que muitas vezes salvam vidas, não podemos deixar de lado a realidade de um município e das outras milhares de vida que nele vive. Vejo e analiso da seguinte forma, se fossem investidos todos os recursos que viessem para suas devidas áreas, ou que nossos gestores conseguissem garantir a melhoria dos direitos básicos, certamente não seria necessário que a população fosse se humilhar nas portas de um e de outro pedindo ajuda porque no município, na região e no estado não existem locais públicos que possam garantir o atendimento sem a intervenção politica, como se fossem espaços privados onde basta uma ligação para uma ação.
Não povo, somos mais que isso e não devemos nos prender a favores que considero importante, mas que ao mesmo tempo refletem o descaso dos governantes e ai falo das várias esferas políticas, local, regional, estadual e nacional que nos esquecem em nossos municípios e localidades e nessa época de campanha lembram-se da gente por precisar da nossa participação, e não posso deixar de falar, essa participação que vai durar 4 anos. Se não for feita direito e não temos muita opção para isso, a não ser apostar em alguém, pois não é preciso nem fazer análise dos candidatos para saber que podem ou não “quebrar” mais ainda este município que já deveria pelo seu tamanho está bem desenvolvido.

Desta forma, digo vamos pensar, analisar, pesquisar as atribuições dos candidatos, conhecer planos de governo e os próprios candidatos, para que possamos criticamente decidir nosso voto. Precisamos perceber se realmente estes estão comprometidos com Senador José Porfírio ou se apenas estão para atender os interesses de dirigentes do partido e da coligação, pois tenham certeza que cargos já foram divididos. Tenham certeza que dessa pizza sobrou para a população apenas as azeitonas, as migalhas da massa, e os milhos e ervilhas que ficam na embalagem. Espero muito que eu esteja enganado, espero que tudo que direciona a negatividade política seja mentira minha e que a população sim, saiba o que é politica e quais as funções de prefeito e seu vice e dos vereadores, que a população esteja discutindo os planos de governo pensando na melhoria da cidade e não pensando no bem individual ou familiar.

Mas o que espero mesmo é que este município se desenvolva, que independente de quem ganhe que este faça o melhor pelo coletivo independente de ter apoiado ou não, e que ponha pessoas capacitadas para exercer as funções públicas de grande importância e que de preferência que sejam pessoas comprometidas e preocupadas e melhorar e não apenas para “mamar” e que de preferência que alguns cargos pudessem ser ocupados apenas por eleições para que seus ocupantes não ficassem presos sem autonomia de poder cobrar devidos seus cargos comissionados.

Que sejam garantidos os direitos básicos à população e principalmente pensados políticas para a juventude, para o desenvolvimento sustentável da zona rural em especial distrito da Ressaca distante e esquecido, e principalmente políticas que desenvolvam o município e garantam a possibilidade de permanência a seus moradores que a cada dia vão indo embora devido à falta de oportunidade e não possibilidade de sustentabilidade individual ou familiar.

Erick Machado

terça-feira, 21 de julho de 2015

Pai e Filho...

Quando olho para trás vejo um caminho tortuoso e cheio de falhas, justamente pelas lembranças que infelizmente em algumas fases da vida não são possíveis serem relembradas ou que não existiram pela ausência de um pai que não pode está perto devido Deus ter outros planos para ele. No entanto, quando fecho os olhos e concentro minha atenção naquilo que vivi e não recordo, consigo de alguma forma criar imagens e dar sentido a pessoa que eu sou e que foi formada pelos vários momentos que estão no inconsciente mas que de alguma forma podem ser sentido.


Hoje, é de se imaginar que os filhos possam está passando por esta fase que futuramente não fará sentido e se tornara para eles um caminho tortuoso e cheio de falhas de lembranças não recordadas conscientemente. De que forma então fazer com que essas lembranças sejam vividas em um momento futuro destes pequenos que vivem a vida como uma aventura diária sem compreender a diversidade de informação que aparece todos os dias à sua frente durante seus momentos aventura.


Como pai aprendo a cada dia que este processo de maturação do filho é a fonte de sustentabilidade de seu mundo imaginário de coisas que eu jamais poderei compreender sendo adulto. Que é necessário deixar a criança interior tomar de conta do seu corpo e ir experimentar uma vez mais a melhor das fases da vida: a infância. Viver e não ter vergonha de ser tachado de moleque, infantil, ou que não mudou nada e continua sendo o mesmo crianção de sempre, que brinca, sorrir, se diverte e faz seu filho o ver como pai, herói, amigo em quem possa confiar.


Pais e filhos precisam antes de tudo de uma relação de respeito em que ambos compreendam que respeito não é medo, e que o medo não deve existir na relação dos dois. Deve-se saber que o amor é verdadeiro e as vezes será necessário corrigir para não deixar passar. Para o pai a paciência e o bom senso para saber como corrigir e para o filho a compreensão para entender a necessidade da correção.



Quando assim conseguirmos viver e assim aos poucos, passo a passo formos apresentado os valores sociais e morais realmente precisos, conseguiremos também mudar nosso ambiente familiar e logo termos uma família reflexo da família sagrada.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

ÚLTIMO POST - "Poema de um Grande Amigo"


Termino meu último poema, mais uma vez é para ela. Coloco-o contra a luz que entra pela janela. Lá fora vejo muitos iguais a ela. É onde entra meu desespero, como vou conseguir fugir, escapar dessa decisão que me cega? Lembro que há alguns dias eu já venho preparando minha partida, pra longe desse mundo, a procura de um lugar, onde possa me encontrar. 
Permaneço nos mesmos erros, encontro sempre os mesmos, choro como sempre.Com uma síndrome de Cireneu eu sigo carregando não só a minha, como também a cruz dos outros. Meu fardo pesa.

Resolvo parar de escrever, meus dedos já doem. Já não quero ser mais visto, quero viver de encontros casuais, que não pretendo me esforçar para acontecer. Vou arrumar minha mala, levarei comigo pouca coisa. 

Escova de dentes, um sabonete, três camisas, uma calça jeans e tênis. Vou a pé mesmo, não estou com muita pressa pra chegar aonde estou indo.

Meus cadernos ficarão para trás, junto com um monte de livros. Deixarei pra trás também meu coração, que um dia dei para ela e por vergonha não irei pedi-lo de volta. Digo adeus para o nada, como sempre estou sozinho, trancado num quarto onde tudo está jogado. Me despeço das paredes que por muito tempo foram meus ouvintes.

Aplaudiram quando cantei, choraram quando recitei e me abraçaram quando precisei. Logo elas, pálidas e sem vida.

É uma despedida não muito feliz, como se fosse a morte do coadjuvante no final do filme. É como um BBB a cada nova edição. É como dia de ontem que já passou.

Eu fui, não sabia que o final seria assim. Sempre fui otimista em relação ao fim, a Disney me alienou por anos. O Chaves também.Tchau.Rafael Vaz

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Passos para um futuro

Um território desconhecido e inimigo de certa forma é o nosso campo de opções e decisões. Marcados como se fossemos seres seriados, crescemos com uma sina consumista sobre nossas costas. Cegos, não percebemos que muitas dessas nossas decisões e ações são as responsáveis pelo desequilíbrio ambiental que consequentemente provoca tantos desastres.

Se pararmos para pensar, poderíamos nos perguntar se realmente os desastres podem e devem ser considerados naturais, visto que são consequências provocadas pela ignorância, ambição e egoísmo humano. No dia a dia é possível notar nas ruas, que a sociedade está perdendo o interesse por assuntos e questões importantes, como por exemplo, o meio em que vivemos e dando mais atenção e importância ao artificial, ou melhor, uma “realidade” que mente e nos faz imaginar vivermos e sermos mais importantes.

O “ter” virou sinônimo de poder, de status e a maioria da sociedade corre em busca de conquistá-los, sem se importar com o que pode ou não acontecer ou pensando que sua ação não vai fazer muita diferença. Esquecemo-nos de que a nossa ação não é única e que conjuntamente pode vir a ser uma “bola de neve” destrutora.

Quanto mais olho para nós seres humanos, mais compreendo que as diferenças físicas e externas são simples detalhes despercebidos quando comparados com nossas vontades e desejos. O egoísmo beira a nossa pele, não somos solidários a ponto de plantarmos e cultivarmos uma planta, darmos carona, ir a pé a algum lugar ou andar de bicicleta, fecharmos a torneira durante a higiene, conservar, reciclar, reutilizar. Ao consumirmos exageradamente deixamos de lado fatores importantes para a manutenção da vida, produzimos mais lixos do que o necessário. Usamos demasiadamente os recursos naturais esgotáveis sem reciclarmos, assim trilhamos para um precipício onde o fim é inevitável.

Nos importamos tanto com o que queremos a curto prazo que esquecemos o que podemos perder a longo prazo e que futuras gerações podem não ter a oportunidade de ver o que hoje ainda temos.


O consumir hoje é o reflexo da probabilidade de existir um amanhã, para que seja possível a um filho, neto, bisneto e assim por diante sentir esse mesmo ar não tão puro no futuro. Temos outras escolhas além das que nos trazem plena satisfação e é preciso refletir sobre elas de forma que haja uma conscientização da necessidade que é preservar, cuidar e respeitar nosso lar e sua integridade. A sociedade racional humana carece de recursos naturais, mas precisa compreender que muitos desses recursos irão se esgotar e já estão se esgotando. Desde já é preciso pensar novas políticas de produção de mercadorias que sejam duráveis ao invés de produtos cada vez mais descartáveis onde a cada dia é lançado um novo onde o que muda é apenas o modelo.

Enquanto enriquecemos o sistema consumista, enfraquecemos nossa qualidade de vida e cavamos um buraco para nossa existência. Somos frágeis e ainda não percebemos, o que ainda dá esperança é saber que a consciência de um é internalizada e vivida por outros e quando isto ocorre nossas vidas são prolongadas por mais alguns dias, meses e anos.

Portanto, o simples ato de evitar jogar a casca de balinha no chão, reciclar a latinha e a garrafa pet, plantar uma arvore e andar a pé já faz a diferença, e essa diferença deve ser conduzida com destreza todos os dias por cada um de nós independente de onde vivemos, pois só assim teremos a garantia de um futuro.



Por Erick Machado.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Educação: Verdade

Há pessoas que pensam que o saber é determinado pela capacidade de um indivíduo saber conjugar verbos, escrever, digitar, falar corretamente.

Na escola nao se aprende tudo e nem se ensina tudo. Como Paulo Freire compara talvez nós alunos sejamos apenas recipientes vazios a procura de uma escola para que por meio do professor sejamos preenchidos de um conteúdo que nao tenha significado para minha vida. 

Como cidadão preciso tentar reconhecer que o ensino não é algo dado ele é recíproco. 

Os "professores" -sem generalizar- precisam compreender que ao chegarmos a escola ja temos um conhecimento que precisa ser levado em conta e não desrespeitado. Pois o conhecimento que levo de casa para a escola foi o que aprendi com meus pais. 

Eu precisei entrar na faculdade pra descobrir que eu sou produtor de conhecimento e que o que meus pais e avós mesmo sendo analfabetos me ensinaram é um saber científico que não é importante pro mundo mas é para mim. 

O conhecimento não existe pronto. É uma produção feita todos os dias por cada ser humano independente de idade, cor, raça, cultura, religião, categoria social, classe social e etc. E o principal quando formado não devo sentir-me melhor e mais sabedor do que ninguém. Pois as bases que eu tive foram muito mais significativas do que toda a minha vida como estudante. Se ser burro é escrever errado agradeço ao meu corretor ortográfico que corrige tds os meus erros sem me ofender. 

Mãe os verbos que ainda hoje diz e com vc aprendi representa muito mais do que todo o sistema linguístico excludente a que fomos submetidos. Algo que não faz parte da nossa cultura mas que domesticados que fomos aderimos para nós.

‪#‎tupiguarani‬ - língua do povo-lingua da terra...

terça-feira, 15 de abril de 2014

Criminalizar adolescentes?

Voltou à pauta do Congresso, por insistência do PSDB, a proposta de criminalizar menores de 18 anos via redução da maioridade penal.

De que adianta? Nossa legislação já responsabiliza toda pessoa acima de 12 anos por atos ilegais. 

Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente, o menor infrator deve merecer medidas socioeducativas, como advertência, obrigação de reparar o dano, prestação de serviço à comunidade, liberdade assistida, semiliberdade e internação.
A medida é aplicada segundo a gravidade da infração.

Nos 54 países que reduziram a maioridade penal não se registrou redução da violência. A Espanha e a Alemanha voltaram atrás na decisão de criminalizar menores de 18 anos. Hoje, 70% dos países estabelecem 18 anos como idade penal mínima.

O índice de reincidência em nossas prisões é de 70%. Não existe, no Brasil, política penitenciária, nem intenção do Estado de recuperar os detentos. 

Uma reforma prisional seria tão necessária e urgente quanto a reforma política. As delegacias funcionam como escola de ensino fundamental para o crime; os cadeiões, como ensino médio; as penitenciárias, como universidades.

O ingresso precoce de adolescentes em nosso sistema carcerário só faria aumentar o número de bandidos, pois tornaria muitos deles distantes de qualquer medida socioeducativa. Ficariam trancafiados como mortos-vivos, sujeitos à violência, inclusive sexual, das facções que reinam em nossas prisões.

Já no sistema socioeducativo, o índice de reincidência é de 20%, o que indica que 80% dos menores infratores são recuperados.

Nosso sistema prisional já não comporta mais presos. No Brasil, eles são, hoje, 500 mil, a quarta maior população carcerária do mundo. Perdemos apenas para os EUA (2,2 milhões), China (1,6 milhão) e Rússia (740 mil).

Reduzir a maioridade penal é tratar o efeito, e não a causa. Ninguém nasce delinquente ou criminoso.

Um jovem ingressa no crime devido à falta de escolaridade, de afeto familiar, e por pressão consumista que o convence de que só terá seu valor reconhecido socialmente se portar determinados produtos de grife.

Enfim, o menor infrator é resultado do descaso do Estado, que não garante a tantas crianças creches e educação de qualidade; áreas de esporte, arte e lazer; e a seus pais trabalho decente ou uma renda mínima para que possam subsistir com dignidade em caso de desemprego.

Segundo o PNAD, o adolescente que opta pelo ensino médio, aliado ao curso técnico, ganha em média 12,5% a mais do que aquele que fez o ensino médio comum. No entanto, ainda são raros cursos técnicos no Brasil.

Hoje, os adolescentes entre 14 e 17 anos são responsáveis por consumir 6% das bebidas vendidas em todo o território nacional. A quem caberia fiscalizar? Por que se permite que atletas e artistas de renome façam propaganda de cerveja na TV e na internet? A de cigarro está proibida, como se o tabaco fosse mais nocivo à saúde que o álcool.

Alguém já viu um motorista matar um pedestre por dirigir sob o efeito do fumo?

Pesquisas indicam que o primeiro gole de bebidas alcoólicas ocorre entre os 11 e os 13 anos. E que, nos últimos anos, o número de mortes de jovens cresceu 15 vezes mais do que o observado em outras faixas etárias. De 15 a 19 anos, a mortalidade aumentou 21,4%.

Portanto, não basta reduzir a maioridade penal e instalar UPPs em áreas consideradas violentas. O traficante não espera que seu filho seja bandido, e sim doutor. Por que, junto com a polícia pacificadora, não ingressam, nas áreas dominadas por bandidos, escolas, oficinas de música, teatro, literatura e praças de esportes?

Punidos deveriam ser aqueles que utilizam menores na prática de crimes. E eles costumam ser hóspedes do Estado que, cego, permite que dentro das cadeias as facções criminosas monitorem, por celulares, todo tipo de violência contra os cidadãos.

Que tal criminalizar o poder público por conivência com o crime organizado? Bem dizia o filósofo Carlito Maia: "O problema do menor é o maior.”

[Frei Betto é escritor, autor de "Diário de Fernando – nos cárceres da ditadura militar brasileira” (Rocco), entre outros livros.http://www.freibetto.org/>twitter:@freibetto.






sexta-feira, 21 de março de 2014

Se você ler isso e não sentir “vergonha”, você não é um brasileiro de verdade...

Retirado do site: http://www.fatosociais.com.br/2014/02/se-voce-ler-isso-e-nao-sentir-vergonha.html?m=1
A revista francesa “France Football” publicou em 12 páginas de sua edição nº 3537, do dia 28 de janeiro de 2014, uma reportagem de capa, intitulada “Peur sur le mondial”, que seria algo mais ou menos do tipo “Medo do mundial”. 


A reportagem do respeitado meio de comunicação francês relata ao pé da letra e em boas verdades tudo que está acontecendo no Brasil nos últimos anos. Acredito que se você ler essa publicação até o final vai sentir muita vergonha. Infelizmente nosso país está virando motivo de “chacota” internacional. E o pior, infelizmente eles tem razão no que dizem. 

“MAS LEIA ATÉ O FINAL, O BRASILEIRO TAMBÉM TEM FAMA DE NÃO LER TEXTOS GRANDES.”



ALGUNS TRECHOS DA REVISTA FRANCESA COM TRADUÇÃO PARA O PORTUGUÊS:
 - Apesar do lema brasileiro: “Ordem e Progresso”, o que menos se vê na preparação deste mundial, é Ordem ou Progresso. 
- A FIFA não pediu o Brasil para sediar a Copa, foi o Brasil que procurou a FIFA e fez a proposta. 
- A corrupção no Brasil é endêmica, do povo ao governo. 
- A burocracia é cultural, tudo precisa ser carimbado, gerando milhões para os Cartórios.
 - Tudo se desenvolve a base de propinas. 
- Todo o alto escalão do governo Lula está preso por corrupção, mas os artistas e grande parte da população acham que eles são honestos, e fazem campanhas para recolher dinheiro para eles.
 - Hoje, tudo que acontece de errado no Brasil, a culpa é da FIFA, antes era dos EUA, já foi de Portugal, o brasileiro não tem culpa de nada. 
- O Brasileiro dá mais importância ao futebol do que à política. 
- O Brasileiro elege jogadores de futebol para cargos públicos.
 - Romário (ex-Barcelona) é hoje deputado. Aproveita o descontentamento com a Copa para se autopromover, mas nunca apresentou um projeto de lei sobre saúde ou educação. Sua meta é dar ingresso da Copa para pobre(como se essa fosse a prioridade para um pobre brasileiro) 
- O Deputado mais votado do Brasil é um palhaço analfabeto e banguela, que faz uma dança ridícula, com roupas igualmente ridículas, e seu bordão é: “pior que está não fica”. Será?
 - Em uma das músicas deste palhaço analfabeto ele diz: “Ele é ladrão, mas é meu amigo!”, Isso traduz bem o espírito do Brasileiro. (http://letras.mus.br/tiririca/176533/) 
- Brasileiros se identificam com analfabetos.
 - A carga tributária do Brasil é altíssima maior que a da França, e os serviços públicos são péssimos comparáveis aos do Congo. - Mas o Brasileiro médio pensa que ele mora na Suíça. Quem está lá, na verdade, é a FIFA. 
- Há um dito popular que diz que “Deus é brasileiro”. 
- A FIFA, como imagem institucional, busca não associar-se a ditaduras. Tanto que excluiu a África do Sul na época do Apartheid e, ao contrário do COI, recusou a candidatura da China, apesar das ótimas condições que o país oferecia. Mas o Brasil, sede da Copa, vive um caso de amor com ditaduras.
 - O Brasil pleiteava uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU, para sentar-se ao lado França, mas devido ao seu alinhamento com ditaduras, a França já se manifestou contrariamente.
 - A Presidente Brasileira parece estar alienada da realidade e diz que será o melhor mundial de todos os tempos, isso, melhor que o do Japão, dos EUA, da França, da Alemanha.


Só ela pensa assim, na FIFA se fala em maior erro estratégico da história da Instituição. 

CONFRONTOS: - Ano passado os brasileiros saíram as ruas para manifestar, pela primeira vez se viu um movimento assim num país acostumado a inércia, mas o Governo disse que eles eram baderneiros e reprimiu o movimento com violência. 2 mortos, mais de 2000 feridos, mais de 2000 prisões. Ninguém responsabilizado…
- Há um movimento chamado “Black Blocs” que ameaça revidar a violência do Governo. - Há um # hastag que já foi repetido mais de 500.000.000 de vezes em redes sociais e ameaça #naovaitercopa
- Os próprios brasileiros pedem para os estrangeiros não irem para o Brasil. Há milhares de vídeos feitos por brasileiros neste sentido:


- O governo brasileiro acaba de gastar 400 milhões de Euros com compras de armas para a polícia e disse estar disposto a colocar o exército na rua para proteger a Copa contra os. Brasileiros (???) Isso mesmo, o governo está ameaçando seu próprio povo.
 - Há um movimento de alguns jogadores de futebol, liderado pelo ídolo do Lyon (França) Juninho Pernambucano, chamado “Bom Senso”, pedindo conscientização dos jogadores. - Analisando os países sedes desde 1970, o número de mortes em estádios, nos 16 anos prévios a cada edição da Copa:
› México: (1970): 06 mortes; 
› Alemanha (1974): 00 mortes; 
› Argentina (1978): 04 mortes; 
› Espanha (1982): 00 mortes; 
› México (1986): 12 mortes; 
› Itália (1990): 00 mortes; 
› EUA (1994): 00 mortes;
› França (1998): 00 mortes;
› Japão (2002): 00 mortes;
› Coreia do Sul (2002): 00 mortes;
› Alemanha: (2006): 00 mortes; 
› África do Sul: (2010): 17 mortes;
› Brasil: (2014): 234 mortes;

Confira: https://www.youtube.com/watch?v=A3Ly95gjKuk

OBRAS:

- O Brasil foi o país que teve mais tempo na história de todos os mundiais para prepará-lo: 7 anos, mas o Brasil é o mais atrasado.
- O Francês Jérome Valcke, secretário geral da FIFA criticou o Brasil pelos atrasos. O governo brasileiro disse que não conversaria mais com Jérome Valcke. 
- A França teve apenas 3 anos, e finalizou as obras 1 ano e 2 meses antes. 
- A África do Sul teve 5 anos, e terminou com 5 meses de antecedência. 
- Há pouco mais de 3 meses da Copa, o Brasil ainda tem que fazer 15% do previsto.
- O custo do “Stade de France” foi de 280 milhões de Euros(o mais caro da França), uma vergonha se comparado ao “Olimpiastadium” sede da final da Copa da Alemanha em 2006, que consumiu menos de 140 milhões de Euros. 
- Mas perto do Brasil isso não é nada. Cada estádio custa em média mais de 1/2 bilhão de Euros. 
- E o dinheiro sai do bolso do Brasileiro. Tudo é financiado com recursos públicos. Na França tudo foi financiado com recursos privados. 
- Mas o custo não é alto porque os trabalhadores recebem muito. Os trabalhadores recebem salários de fome. 
- As empreiteiras é que ganham muito e há muita corrupção para os políticos. - Não há segurança para os trabalhadores, acidentes e mortes são comuns. Na França o número de mortes nas construções foi 0(zero) 
- Mesmo com os milhões a mais, os Estádios são ruins. 
- Em 2007 o Brasil construiu um estádio para o Panamericano do Rio e homenageou quem???? Um diretor da FIFA, um brasileiro, corrupto para variar: João Havelange! No Brasil corruptos recebem homenagens. 
- O estádio era tão ruim que não durou nem 6 anos. Isso mesmo, 6 anos…. - Hoje o estádio está interditado e não recebe mais jogos. Detalhe: custou mais de 150 milhões de Euros(mais do que o Estádio do Olympic de Marseille), e hoje serve de ninho para pombos. - Na França, os Estádios são multi-uso, servem para competições olímpicas, jogos de Rugby, e são centro de lazer, com lojas e restaurantes e estacionamento nos outros dias da semana. No Brasil são usados só para jogos. 
- Em Brasília estão construindo um Estádio para 68.000 pessoas, sendo que o time local está na quarta divisão do campeonato brasileiro e tem média de público de 600 pagantes.
 Tudo com financiamento público. 
- Em São Paulo há 2 estádios, Morumbi e Pacaembú, ao invés de reformá-los, construíram um 3o. estádio, Itaquerão, 23km do centro da cidade e sem metrô até lá. 
- O ex-presidente Lula, torcedor do Corinthians, empenhou-se pessoalmente para que construíssem este estádio em vez de reformar um dos outros 2 já existentes. 
- Exceto seus correligionários, ninguém acredita que Lula foi movido por amor ao “Timão” .
- Lula é amigo íntimo de Marcelo Bahia, Diretor da Odebrecht, vencedora da licitação. Um reforma custaria menos de 100 milhões de Euros, um novo estádio tinha previsão de custo inicial de 300 milhões de Euros (mas já passou de 500 milhões) um dos mais caros da história da humanidade. Lula e Marcelo são constantemente vistos em caríssimos restaurantes de Paris, tomando bons vinhos franceses. Lula, claro, se declara socialista. - Este estádio é igualmente ruim, alagamento, péssima infraestrutura, e antes mesmo de inaugurar já caiu, matando funcionários. (http://oglobo.globo.com/esportes/video-mostra-momento-do-acidente-no-itaquerao-10911765)

 TRANSPORTES: 

- A atual presidente Dilma Rousseff garantiu que faria um trem-bala, nos moldes do TGV Francês, que ligaria 4 cidades-sede: SP-RJ-BH-Brasilia. 
A promessa está gravada em redes sociais. (http://www.estadao.com.br/noticias/esportes,governo-garante-trem-bala-pronto-ate-a-copa-de-2014,381839,0.htm) 
- Em 2009 foram aprovados 13 bilhões de Euros no PAC, uma soma gigantesca de dinheiro, suficiente para construir um TGV de Paris a Cabul no Afeganistão. Nunca se viu um orçamento tão alto. 
- Mas o dinheiro desapareceu e nem um único centímetro do TGV brasileiro foi construído. - Nenhum brasileiro cobra da Dilma a responsabilidade sobre a promessa do trem bala. - Nenhuma das cidades-sede tem metrô até o Aeroporto. 
- O taxis são caríssimos e os taxistas fazem trajetos mais longos com os estrangeiros que não conhecem a cidade. 
- Aprenda Português pois os Taxistas não falam nem espanhol, francês não existe. Inglês nem pensar??? - Para os taxistas não há cursos de inglês financiados pelo governo, mas para as prostitutas sim. Parece piada, mas é verdade: (http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/01/1211528-prostitutas-de-bh-tem-aulas-gratis-de-ingles-para-se-preparar-para-a-copa.shtml) 
- É assim que o Brasil está se preparando para receber os turistas, ensinando inglês para as prostitutas. Pergunte se há um programa assim para policiais??? 
- Metrôs não funcionam bem, não cobre nem 10% das cidades ou simplesmente não existem. - Os ônibus são precários, com muitos atrasos. 
- O sistema de ônibus é complicadíssimo e ineficiente. 
- Diariamente os ônibus são atacados por gangues que lhes ateiam fogo sob ordem de criminosos ou simplesmente para protestar. 
- Às vezes não dá tempo do passageiro sair correndo e morre carbonizado. - Ninguém é preso, mas as autoridades dizem: “estamos investigando…” 
- O aeroporto da Megalópolis São Paulo tem uma capacidade de receber vôos inferior ao Aeroporto da pequena cidade de Orly, no interior da França. 
- Os preços de passagens de aviões dispararam. Por um trajeto de 400km chegam a cobrar 1.000Euros durante a copa. 
- Como o Brasil não tem infraestrutura, não aproveitará a alta demanda, devendo permitir que empresas aéreas estrangeiras atuem durante a Copa, o lucro virá para a Europa ou os EUA. 
- Aluguel de carros é caríssimo, e, como disse um ex-presidente brasileiro, Fernando Collor, também afastado por corrupção, os carros brasileiros são carroças, sem os principais itens de segurança. 
- Muito cuidado ao dirigir, o trânsito é uma selvageria. Sinalização, quando existe, é exclusivamente em português. 
- Ônibus lotados a toda velocidade, dividem faixas com carroças, mendigos que puxam carros de ferro-velho, motoqueiros cruzando faixas sem sinalizar, pessoas xingando, engarrafamentos de horas. Em São Paulo chega a passar de 300km de engarrafamento, dentro da cidade, o maior da humanidade. -
 Faixa de pedestre não serve para nada, não espere que os carros parem. Atropelam, matam e fogem. - Não tente andar de bicicleta, será atropelado ou roubado. 
- As estradas estão caindo aos pedaços, sem sinalização e o número de mortes em acidentes de trânsito em 2008 foi de 57.166, na França, 399, ou seja, quase 15.000% a mais de mortes, e levando em conta que no Brasil não há acidentes por neve ou gelo na pista. 
- Apesar do Brasil ser autossuficiente em petróleo e estar do lado de países da OPEP, como Venezuela e Equador, a gasolina uma das mais caras do mundo, e de péssima qualidade, misturada com etanol e solvente de borracha, não há fiscalização nos postos. 
- Mas o Brasileiro defende o monopólio do petróleo. É o único país do mundo onde os consumidores acham que o monopólio é bom para o consumidor, e não para o monopolista. 
- Não existe transporte fluvial, apesar de ser o país com mais rios no mundo. O Brasil deveria investir em barcos, todo ano as cidades alagam.


- As autoridades dizem que foram pegas de surpresa! - Não há transporte por trens.
- Não há transporte por trens.

SAÚDE:
- Reze para não ter problemas de saúde enquanto estiver alí. 
- Vacina contra febre amarela é recomendada. 
- Use repelentes, no Brasil ainda há pessoas morrendo com dengue, malária ou doença de chagas, já erradicadas na França no século XVIII.
- Faça um seguro de saúde privado antes de ir ao Brasil. 
- Médicos privados cobram mais de 100Euro por consultas de 20 minutos. 

- Os hospitais públicos são péssimos, comparáveis a zonas de guerra



- Nos últimos 10 anos o número de leitos em hospitais públicos caiu 15%. (http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/em-11-anos-taxa-de-leitos-hospitalares-caiu-15-no-brasil-o-bravateiro-no-entanto-dava-licoes-a-obama-vinda-de-cubanos-serve-para-demonizar-medicos-brasileiros-e-e-projeto-ideologico-dos-paises-do/) 
- O Brasil precisa importar médicos de Cuba, já que não tem competência para formar médicos no próprio país. Acredite: Há um programa governamental para isso. 
- O Brasil gasta apenas 4% do seu PIB com saúde, e 12% com pagamentos de funcionários públicos. Nos últimos anos o gasto com funcionários cresceu, e com saúde encolheu. 
- A França gasta 12% com saúde e 4% com funcionalismo. 
- Resultado: Brasil é 72. entre 100 países pesquisados pela OMS, a França 7. 
- O craque Zinédine Zidane já era mal visto no Brasil, por ser responsável direto por 2 derrotas humilhantes da “canarinha” em mundiais. Ao saber que o Brasil sediaria a Copa, Zidane afirmou que o Brasil tinha outras prioridades, como a saúde, não os Estádios. 
- Ronaldinho Fenômeno rebateu a frase dizendo que “não se faz copa com hospitais”.




A frase de Ronaldinho Fenômeno virou hit no Twitter e record e visualizações no youtube. 
- O Pelé pediu para os Brasileiros esquecerem os problemas e curtirem a Copa. 



- Paris é a cidade mais visitada do mundo, com quase 20 milhões de turistas / ano. São Paulo é menos visitada que a pequena Benidorm na Espanha, ou que a cinza Varsóvia, na Polônia ou a poluída Chenzen na China. 
- São Paulo perde para Buenos Aires, Cuzco e outras cidades Sulamericanas. 
- Nem no Brasil é a mais visitada. Ninguém faz turismo em São Paulo. - Amarga o posto 68 na lista das mais visitadas do mundo. 
- No entanto, um hotel em São Paulo custa em média 40% mais do que se hospedar em um equivalente hotel em Paris. 
- Na época da Copa, um hotel de baixa qualidade em São Paulo chega a pedir 800Euros por noite. 
- Os brasileiros não tem hábito de intercambiar casas, alugar sofás ou hospedar pessoas por sites em internet. 
- Leve adaptador de tomada. O Brasil adotou um sistema que só existe no Brasil, e muda a cada 4 ou 5 anos, gerando milhões para algumas empresas. 

TELECOMUNICAÇÕES:
- Minuto de celular mais caro do mundo. (http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/10/1352956-minuto-do-celular-no-brasil-e-o-mais-caro-do-mundo.shtml) 
- O sinal é péssimo, um dos piores do mundo. 
- 4G não existe na maioria das cidades. 
- A internet é horrível e caríssima. Para o Brasil chegar aos níveis do Iraque deveria dobrar o investimento em banda larga. (http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/conexao-de-internet-no-brasil-e-mais-lenta-que-no-iraque-e-cazaquistao) 

SEGURANÇA: 

- Se você não gostou do que leu até agora, o pior está aqui. 
- No Brasil há mais assassinatos que na Palestina, no Afeganistão, Síria e no Iraque JUNTOS. - No Brasil há mais assassinatos que em toda a AMÉRICA DO NORTE + EUROPA + JAPÃO + OCEANIA. 
- A guerra do Vietnã matou 50.000 pessoas em 7 anos. No Brasil se mata a mesma quantidade em um ano. 
- Ano passado foram 50.177 segundo o governo, segundo a ONGs superam 63.000 mortes. - Todo brasileiro conhece alguém que foi assassinado. 
- 1% dos casos resultam em prisão. 
- Este 1% não chega a cumprir 1/6 da pena, e é beneficiado por vantagens que se dão aos criminosos. 
- As prisões parecem masmorras e não recuperam. 
- Rebeliões com dezenas de mortos, pessoas decapitadas, esquartejadas são frequentes. 
- Recomenda-se levar uma pequenas quantidade de dinheiro para caso de assaltos. É comum assassinarem as pessoas que nada tem para o assalto. 
- Não leve o cartão consigo, você pode ser vítima de uma espécie de sequestro que só tem no Brasil: “Sequestro Relâmpago”. 
- Não use relógios, máquinas fotográficas, celulares, pulseiras, brincos, colares, anéis, bolsas caras, bonés caros, óculos caros, tênis caro, etc… vista-se da forma mais simples possível. - Se for assaltado, não reaja. 
- Não ande pelas ruas após as 22hs. 
- Caixas eletrônicos não funcionam após as 22h30, devido aos assaltos. Os políticos, no lugar de aumentar a segurança, tiveram a brilhante idéia de proibir o cidadão de bem de tirar dinheiro do caixa. - Os bancos fecham as 15hs. 
- Só faça câmbio em bancos ou casas autorizadas. Existe uma grande quantidade de moeda falsa e estrangeiros são alvo fácil. 
- Policiais são monoglotas. Aprenda frases como: “Eu fui assaltado”; “preciso de ajuda”, “estou ferido”, “sou francês, leve-me ao consulado por favor” 
- Há falsas blitz para assaltar pessoas. 

CONCLUSÃO:

- O que falta no Brasil é educação. Os números são assustadores, mesmo quando comparados com seus vizinhos sulamericanos. 
- O Brasil tem uma porcentagem de universitários menor que o Paraguai; 
- Apenas 3% dos Brasileiros são bilingues. 
- A Argentina tem 5 prêmios Nobel, a Colombia 3, o Chile 3, a Venezuela 1, a Colombia 4, o Brasil??? Zero! 
- Entre as 300 melhores Universidades do mundo, não tem nenhuma Universidade Brasileira. - O país tem 9% de analfabetos; 
- No Brasil há 33.000.000 de analfabetos funcionais. 
- Ano passado surgiram 300.000 novos analfabetos. 
- No ranking da ONU de 2012 o Brasil, que já estava mal colocado, caiu mais 3 posições, e hoje é o número 88 no mundo. (A França é 5.) 
- O Brasil fica atrás de Belize, Ilhas Fiji, Tchad, Azerbaijão, Ilhas Maurícios, Uzbequistão, Mongólia, Paraguai, Trinidad e Tobago, Belarus, Tijiquistão, Botswana, São Tomé e Príncipe, Namíbia, Santa Lúcia, Moldavia…. até atrás da Palestina em guerra, o Brasil conseguiu ficar. - UMA VERGONHA INTERNACIONAL mas o brasileiro está muito feliz de ser pentacampeão de futebol. Nos corredores da FIFA já se admite que foi o maior erro da história da Instituição eleger o Brasil como sede. O que se fala é que os dirigentes deveriam ter ouvido o grande Estadista Francês Charles de Gaulle, quando disse:

“O Brasil não é um país sério” 
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“Os franceses só cometeram um pequeno erro, esqueceram de falar sobre a TV aberta brasileira, que possui cenas como a da imagem acima de uma rede de TV manipuladora que faz o que quer com a população.” 


Erick Machado